arquiteturas do corpo-linha 4

Os corpos são uma arquitetura viva e em contínuo processo de atualização de suas formas, em interação e devir com os ambientes de que são parte. Cada aparição de nossa presença é uma resposta anatômica ao acontecimento, revelando também nossa história formativa. Esta narrativa de como nos tornamos quem somos – “how a body becomes … Ler mais

uma borboleta espreguiçando as asas

F. T. começou sua investigação sobre sua ancestralidade durante as pesquisas de Borandá. Durante o rito-entrevista, ela acessou uma cena de seus avós na sala de jantar. Seu avô como uma presença autoritária e uma voz de poder que ocupava todo o recinto, enquanto sua avó aparecia sentada num canto da sala absolutamente imóvel e … Ler mais

acolhendo uma rebeldia

Este diálogo que relato a seguir ocorreu no segundo encontro de um ciclo de cinco sessões que ofereci gratuitamente a uma artista durante as fases de pesquisas para composição do terceiro ciclo de LABios. Não foi ela que me procurou, portanto. Eu propus a partir de conhecer um pouco de sua história de insatisfação com … Ler mais

para que um “lab práticas biopoéticas”?

Não tenho registrado o momento em que o nome “Laboratório de Práticas Biopoéticas”, contraído na sigla LABios, surgiu como vislumbre conceitual de um projeto que ainda estava em formação. A visão que se apresentava era a de um conjunto de experiências e práticas somático-sensoriais desde uma perspectiva não antropocêntrica do fazer artístico, ou seja, não … Ler mais

arquiteturas do corpo-linha • 
cartografar e repertoriar formas somáticas através do desenho



Os corpos são uma arquitetura viva e em contínuo processo de atualização de suas formas, em interação e devir com os ambientes de que são parte. Cada aparição de nossa presença é uma resposta anatômica ao acontecimento, revelando também nossa história formativa. Esta narrativa de como nos tornamos quem somos – “how a body becomes … Ler mais